Photo: ねぶた – Christopher Liang / CC BY 2.0

Jun 7, 2015 - 3 min read

Prefeitura de Aomori

Andre Moreira

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Maçãs, neve e o festival Nebuta. Pergunte a qualquer pessoa em Osaka ou Tóquio o que lhes vem à ideia quando pensam em Aomori, e irá certamente receber uma destas respostas. E apesar de todas as três serem motivos de orgulho para os habitantes locais, vale a pena visitar Aomori por tantos outros motivos mais.

Sim, as maçãs são o principal produto agrícola de Aomori. A popular variedade Fuji vem da pequena cidade de Fujisaki na planície de Tsugaru. Sim, esta prefeitura tem muita neve. Pode ir numa viagem de autocarro através de estradas cheias de curvas no interior na primavera para ver autênticas paredes de neve com alturas de até 9 metros! E sim, o festival Nebuta é um dos maiores e mais famosos no Japão. Os famosos balões por si sós fazem a viagem valer a pena.

Mas Aomori é uma autêntica jóia por muitas outras razões. Com natureza em abundância, uma cultura distinta, pessoas amigáveis, e algumas peculiaridades intrigantes, há que chegue aqui para manter um viajante ocupado durante semanas.

Devido à sua reduzida população e clima de inverno inóspito, Aomori deverá perder apenas para Hokkaido no que toca a japoneses em busca de isolamento. Os grandes destaques no exterior incluem o Monte Hakkoda e o restante Parque Nacional de Towada-Hachimantai; o Património da Humanidade da UNESCO Shirakami-Sanchi; e a península de Shimokita em forma de machado, casa de cavalos selvagens e macacos de neve.

Em Shimokita também pode visitar Hotokegaura, também conhecida como a costa Budista, e o misterioso Osorezan (literalmente, o Monte do Medo), onde é possível comungar com os espíritos dos mortos através das Itako, médiuns femininas cegas com um dom especial.

Maravilhas naturais com acessos um pouco mais fáceis em Aomori incluem o belo Lago Towada e o desfiladeiro do Rio Oirase, assim como o Monte Iwaki, fazendo lembrar o Monte Fuji.

Amantes de história deverão apreciar o sítio arqueológico de Sannai-Maruyama, do Período Jomon, que foi estabelecido há cerca de 6000 anos atrás. Ou talvez o alegado último local de descanso de Jesus Cristo na aldeia de Shingo lhe suscite mais interesse?

A sua lista de coisas a fazer em Aomori também deverá incluir a degustação de vieiras frescas da Baía de Mutsu (juntamente com outras especialidades locais), assistir a uma performance tradicional de Tsugaru-shamisen, posar para uma fotografia em frente ao Castelo de Hirosaki (idealmente na estação das flores de cerejeira), e relaxar em pelo menos uma das fantásticas fontes de água termal.

Aomori é mesmo uma delícia "fora do radar" para os turistas no Japão.

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Photo:  ねぶた – <a href="https://www.flickr.com/photos/chrisliang82/2743285761/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Christopher Liang</a> / <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">CC BY 2.0</a>
Nebuta (Photo: <a href="https://www.flickr.com/photos/sudachi/2747870095/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sudachi</a> / <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">CC BY-NC-SA 2.0</a>)
Hirosaki Castle (Photo: <a href="https://www.flickr.com/photos/foooomio/17753907166" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">foooomio</a> / <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">CC BY 2.0</a>)
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